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Histórico, Processos de Avaliação e Medição Ambiental em Teleatendimento (ISO 11904-2)
Pesquisas realizadas nos EUA mostraram que os jovens vêm perdendo a audição de forma acentuada pela utilização habitual e com volume elevado dos fones de ouvido. Alguns fabricantes já utilizam um mecanismo que avisa ao usuário que o mesmo ultrapassou o limite de exposição diário ao ruído. Esta técnica, que relaciona volume com tempo de uso, baseia-se na emissão de apitos sonoros em freqüências que evitam o mascaramento pela música. O usuário ouve o apito o que dificulta a apreciação da música. Após a diminuição do volume o apito deixa de existir. Normalmente os fones utilizados em ambientes de trabalho são mono-aurais, isto é, apresentam apenas emissão de sons em um ouvido, favorecendo o aparecimento das perdas. Em ambientes ruidosos o indivíduo tende a aumentar o volume do fone para compensar o ruído percebido pelo outro ouvido , agravando assim este problema. A necessidade de avaliação é indispensável para o Programa de Conservação Auditiva (PCA) de uma empresa moderna. Haja visto que os problemas advindos da perda auditiva devido ao ruído ocupacional, que geram passivos trabalhistas, podem estar sendo mascarados pela falta de acompanhamento da exposição ao ruído desses profissionais. Destaca-se , ainda, o direito aos benefícios do INSS dos profissionais que trabalham com fone de ouvido.
> VÍDEO EXPOSIÇÃO, AMBIENTES E ÍNDICES ACÚSTICOS: REFERÊNCIA OURO CABEÇA ARTIFICIAL COM OUVIDO ARTIFICIAL
Na grande maioria as telefonistas e os operadores de telemarketing, que são normalmente expostos a níveis de ruído entre 77 dB(A) e 85 dB(A), dependendo do condicionamento acústico do ambiente de trabalho. Segundo o quadro de períodos da instrução Normativa 57 (2001), até 1997 as atividades que expõem os trabalhadores a ruído acima de 80 dB(A) são consideradas especiais pelo INSS. A utilização de equipamentos com a cabeça artificial com microfone capacitivo de pressão fornece dados importantes para as avaliações de dosimetria de ruído em fone de ouvido, para a certificação de fones e telefones e implementação de melhorias. Pode inclusive ser aplicada na análise da eficiência e EPI para ruído de impacto, entre outras diversas utilidades. O Sr. Alexandre Santana Ribeiro e Rogério Dias Regazzi, Mestre em Metrologia e Qualidade Industrial e Engenheiro Pesquisador da PUC-Rio vem a algum tempo pesquisando a matéria. Tivemos a oportunidade de compartilhar, com exclusividade, este importante assunto e destacar a seguir alguns pontos retirados de publicações. Como já dito, as técnicas tradicionais de medição de ruído não são adequados quando há necessidade de realizar a medição da exposição de trabalhadores que utilizam fones de ouvido (mono-aurais ou bi-aurais) ou equipamentos semelhantes (capacetes e afins). O campo sonoro confinado em um pequeno volume , isto é, entre o fone ou capacete e o ouvido, não permite ou dificulta a inserção de um microfone de medição. Nestas situações, o método mais indicado é a utilização de uma cabeça artificial que simule aproximadamente as dimensões anatômicas de uma pessoa adulta, incluindo a modelagem do seu trato auditivo (pavilhão auricular e canais auditivos). Algumas situações podem ainda requerer que além da cabeça artificial seja necessária a utilização de um torso que compõe uma modelagem mais adequada do ser humana. Um exemplo desta situação seria a avaliação da exposição ao ruído de um trabalhador que utilizasse fones mono-aurais em ambientes ruidosos, visto que o posicionamento do mesmo em relação a fonte principal e as reflexões no seu corpo podem influenciar o nível de ruído, percebido tanto no ouvido ocluso pela fone, quanto naquele exposto diretamente ao ambiente. A medição consiste na substituição do microfone e pré-amplificador do equipamento de medição pelo da cabeça artificial que possui as características do ouvido humano. Utilizando um adaptador específico conecta-se o sinal de saída da cabeça com o medidor a ser utilizado. Para isso, deve-se optar por equipamentos de medição que permitam a conexão de sinais diretos. A verificação do ruído é feita com calibrador específico com certificado de calibração reconhecido, sendo necessária antes e após as medições. Destacamos nos arquivos abaixo os pontos relevantes, Norma ISO 11904-2, equipamentos, exigências e capacitação profissional para a execução deste tipo de serviço, além das novas tecnologias de software para mapeamento e analise de ambientes (021 9999-6852 / regazzi@esp.puc-rio.br / contato@isegnet.com.br). Destaque: Vídeo Ruído Ocupacional e Poluição Sonora. MAIORES CONTATOS: WWW.3RBRASIL.COM .


Realidade das técnicas de medição de head-set


Medição, avaliação e calibração em teleatendimento


Processo de medição e exigências técnicas PUC-Rio


Parecer técnico em teleatendimento


Avaliação de head-set TopUse requerido para qualif


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Veja: "Um Toque na Orelha" - Programa PCA-3E da 3R Brasil Tecnologia Ambiental






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